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terça-feira, 25 de maio de 2010

Introdução para produtoras de áudio e vídeo!!!!!!!






































1ª: Attitude
2ª: entrevista Marcelo Gurgel
3ª : Attitude.

Produtora de áudio e vídeo, um tema muito abragente no qual fizemos uma pesquisa de campo nas produtoras : Attitude (áudio),Truq (vídeo), e rx30 (vídeo). Teve também uma entrevista com o ex aluno da unijorge Marcelo Gurgel que atualmente é coordenador de produção (free lancer), essa pesquisa foi de uma experiência sem igual, aprendi vendo a rotina dos profissonais da área, uma galera que corre contra o tempo, tudo tem que ser rápido, e alcançam resultados surpreendentes. Eu vou publicar as fotos das produtoras na qual visitamos. Mas também vai ter video da entrevista, e um making off. Podem esperar, e tenho quase certeza se todos buscarem se aprofundar sobre o tema, vai ser uma experiência inesquecível.






segunda-feira, 24 de maio de 2010

Entrevista com Marcelo Gurgell



Galera...uma dica super importante, sempre que vocês tiverem um trabalho sobre algo que julguem interessante para deixar esse trabalho mais interessante ainda nada como uma boa pesquisa de campo. Esse pequeno making off mostrará um pouco nossas andanças e como realmente é gratificante você se empenhar na realização de um bom trabalho!!!!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Assessoria de Imprensa

Assessor de Imprensa


O assessor de imprensa é o profissional que intermedia a relação entre empresa e imprensa. Quando uma empresa necessita divulgar suas ações nos meios de comunicação, o assessor explora suas potencialidades jornalísticas, elabora um release (texto) e envia para o jornalista responsável a fim de ver a matéria de seu interesse publicada. Ou então, quando partir de um jornalista a necessidade de uma entrevista ou de dados sobre o cliente para elaboração de uma matéria, é também o assessor quem irá levantar as informações junto ao cliente e agendar entrevistas.


É importante saber que, embora o assessor estimule matérias, não é da competência dele a publicação de matérias. Esta é uma decisão interna de cada veículo. Portanto, o assessor não faz matérias e não elabora notas em colunas. Ele também não paga para que as matérias sejam publicadas. O assessor consegue espaço nos meios de comunicação em função da credibilidade que conquistou ao longo dos anos, por apresentar apenas dados que sejam de real interesse da imprensa e por saber a hora e o momento certo do envio de cada informação.

Assessoria de Imprensa

Um assessor de imprensa gera informação, administra a relação entre uma pessoa física,este profissional tem que ter um perfil, tem que ser estrategista,interlocutor,facilitador,consultor; entre outros atributos. Além de jornalista os publicitários também podem atuar nesta área.
Os maiores (melhores) empregadores são: Personalidades públicas (empresas, instituições estatais, governos, paridos...).Para este cargo profissional não existe um piso salarial estabelecido, mas em alguns lugares gira em torno de mil e quinhentos(1.500) reais.
 Para obter mais informações acesse o blog: www.pordentrodaassessoria.blogspot.com

Assessoria de Imprensa

A assessoria de imprensa é um instrumento dentro do composto de Comunicação desenvolvida para as organizações, fazendo parte das atividades da área de comunicação. Ao contrário do que alguns equivocadamente pensam, a tradução do inglês Publicity não tem a ver com Publicidade, mas com assessoria de imprensa. Sua principal tarefa é tratar da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa ou órgão público e a imprensa.
No Brasil, os profissionais que desempenham a função de Assessoria de Imprensa costumam ter formação em Relações Públicas ou em Jornalismo. Em outros países, a função não é reconhecida como jornalística, e sim como de relações-públicas.

Objetivos gerais:
  • Estabelecer relações sólidas e confiáveis com os meios de comunicação e seus agentes, com o objetivo de se tornar fonte de informação respeitada e requisitada.
  • Criar situações para a cobertura sobre as atividades do assessorado, para alcançar e manter – e, em alguns casos, recuperar – uma boa imagem junto à opinião pública.
  • Apresentar, firmar e consolidar as informações pertinentes aos interesses do assessorado no contexto midiático local, nacional e internacional.
  • Implementar a cultura de comunicação de massa nos aspectos interno e externo relativamente ao assessorado por meio de condutas pró-ativas junto à estrutura midiática.
  • Capacitar o assessorado e outras fontes de informação institucionais a entender e lidar com a imprensa.
Uma das principais funções do assessor de imprensa é aproximar dos meios de comunicação a realidade das empresas, suas notícias e principalmente informações de interesse público.

Assesoria de imprensa

Um tema que vem crescendo no mercado; é um serviço prestado a instituições públicas e privadas. Quem trabalha nessa área faz o intermédio de informações jornalísticas, dessas organizações, com os veículos de comunicação em geral.de seu assessorado e a imprensa.
Empresas, partidos políticos e pessoas públicas são os principais contratantes destes serviços.

Press release (Assessoria de imprensa)


Press releases ou Comunicados de imprensa, ou apenas releases são documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o assessorado, positivamente ou não. É, na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado.
Geralmente, releases são usados para anúncios e lançamentos de novidades, que a Assessoria tem interesse em que virem notícia. Um release bem estruturado pode ser o mote para uma pauta.
O release deve conter informação jornalística com objetivo promocional para o assessorado — ou seja, ser ao mesmo tempo de interesse jornalístico e institucional. Pode ser definido como o material informativo distribuído aos jornalistas para servir de pauta ou ser veiculado completa ou parcialmente, de maneira gratuita. É uma proposta de assunto, um roteiro, uma sugestão de pauta, mas do ângulo de quem o emite.
Os Press releases sobre eventos devem antecipar todos os dados relativos, além de facilitar o acesso dos profissionais de imprensa (caso exija credenciamento prévio, por exemplo). Sobre produtos, devem conter informações específicas, factuais e objetivas. Em todos os casos, uma boa contextualização do fato anunciado ajuda a inserir melhor o conteúdo do comunicado na pauta do veículo (em jargão jornalístico, dar "gancho" a uma matéria).
O termo "press release" em inglês significa, literalmente, "soltura à imprensa", e deriva do título comum que abria os comunicados nos Estados Unidos: "for immediate release", ou "para divulgação imediata".
Existe ainda o Press release direcionado, que é enviado com exclusividade para um único veículo quando se pretende negociar uma relação mais próxima entre a Assessoria e um órgão específico de imprensa.
A popularização da internet facilitou o envio de comunicados por correio eletrônico (e-mail), fazendo aumentar o uso deste recurso. Um aspecto disto é que, como conseqüência, houve também um aumento da prática por jornalistas de publicar releases integralmente ou quase inalterado. Para críticos, isto tem gerado um esvaziamento da apuração no Jornalismo e um crescimento indevido do poder das assessorias.
Outro motivo que dá a diminuição da pesquisa de campo do jornalista de redação é o enxugamento excessivo de jornalistas dos veículos de comunicação que sobrecarregados utilizam melhor o trabalho das assessorias e as solicitam mais.
Também o excesso de jornalistas formados e o pouco trabalho em redações leva-os as assessorias.

terça-feira, 27 de abril de 2010

MARKETING!!


















Na minha opinião os tipos de marketing são interessantes, mas o Marketing de Guerrilha em particular despertou-me uma atenção maior; uma forma inovadora com intuito de divulgar a marca, atingindo um público alvo, saindo deste cenário clássico da publicidade tradicional.
Na imagem acima é mostrada essa nova forma de atingir o público, oobjetivo desta ação divulgar o torneio de tênis que iria ocorrer, e não tem como não deixar de comentar que é curioso ver uma bola de tênis em um carro amassado e um caminhão do outro lado com uma imagem do suposto jogador que arremessou a bola que atingiu o carro.

A História do Marketing


Apesar de encontrarmos suas "raízes" ao longo da história da humanidade, na própria gênese do comércio, o marketing é um campo de estudo novo se comparado com os demais campos do saber.
O estudo do mercado surgiu da necessidade dos industriais em administrar a nova realidade oriunda da Revolução Industrial , que causou uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores. Neste estágio o marketing ainda é inseparável da economia e da administração clássica, pois inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, com o intuito de maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Tal realidade manteve-se inalterada até fins da Segunda Guerra Mundial quando, então, reagindo ao crescimento da concorrência, mercadólogos começaram a teorizar sobre como atrair e lidar com seus consumidores. Surgiu então a cultura de vender a qualquer preço.
P.T. Barnum, autor de `The Art of Money Getting` foi um ícone deste período, cheio de truques que faziam da arte de vender quase um espetáculo de charlatanice e que faz com que até hoje os profissionais do mercado sejam vistos com desconfiança. Outros autores da época são W.D. Scott, autor de The Psychology of Advertising, e H.L Hollingworth que escreveu Advertising and Selling. As técnicas existentes baseavam-se mais na intuição do que na prática. Eram técnicas ingênuas e/ou maliciosas que estavam misturadas a ferramentas eficientes.
Um dos fatores mais atuais de Marketing encontra-se na parte dos virais e de ações coordenadas, onde a questão ética é fundamentada em fatores básicos. A ação de marketing é coordenada através de um plano de estratégia de marketing.

Marketing - Afinal de contas, o que é marketing?

Estratégias de Marketing Online

Veja como as novas tecnologias mudam o comportamento dos consumidores e exigem novas estratégias de marketing online.

Marketing!

Para quem tem interesse na área. O site Mundo do Marketing trás uma série de artigos, cases, dicas e muito mais.
Vale conferir:

O que é Marketing?

Mais Marketing...

De acordo com o Dicionário de Termos de Marketing, marketing é "o processo de planejar e executar concepção, preço, promoção e distribuição de idéias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais".
O que isto significa para você? Significa que marketing abrange tudo o que você precisa fazer para lançar um produto ou serviço necessário, apresentar o produto aos clientes em potencial, fazê-los desejar o produto e depois vender o produto a eles.
Então, a venda é considerada "marketing"? Publicidade é "marketing"? Com freqüência, você ouvirá sobre as funções de vendas como "marketing", mas, na verdade, a venda é apenas parte do processo de marketing, assim como a publicidade. Em outros tempos (30 ou 40 anos atrás), o marketing consistia principalmente em vendas. Em vez de departamentos de marketing, as empresas tinham departamentos de vendas com um gerente de publicidade e alguém que fazia a pesquisa de mercado. Às vezes, um gerente de promoção se unia à equipe ou uma agência era contratada para fazer a publicidade e as promoções. Hoje, mesmo as micro e pequenas empresas têm planos de marketing bem definidos.
As coisas começaram a mudar à medida que as empresas cresciam e começavam a oferecer muitas linhas de produtos, passando a ter seus próprios gerentes de marca, gerentes de segmento de mercado e muitos outros cargos especializados que cuidavam e preparavam todas as necessidades de seus mercados em particular. A necessidade de um departamento de marketing ou profissional de marketing, no caso das micro e pequenas empresas, começou a ser percebida como parte vital do negócio. O departamento ou profissional de marketing também leva quase toda a culpa se um produto (ou empresa) não faz sucesso, mesmo se a culpa não for realmente dele.

Marketing

 As quatro partes existentes de marketing:
Buzz marketing- buzz ou word of mouth em português podem ser traduzidos como buxixo, boca-a-boca. Portanto Buzz Marketing é focado em dar um motivo para que as pessoas falem de seus produtos e serviços, e facilitar a iniciação deste tipo de conversas.

Viral- refere-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia.

Markeing de Guerrilha- o termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual o principal estratagema é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros. Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem.
A função de uma boa ação de guerrilha é exatamente furar o congestionamento do mercado, no qual milhares de produtos gritam por atenção e posicionar a marca ali, na rua, lado a lado com o consumidor.

Marketing de Relacionamento- Marketing de relacionamento era, antigamente, visto como algo que a empresa fazia com seus clientes, era manter-se em contato.Hoje, o marketing de relacionamento é visto como algo mais amplo. O objetivo continua o mesmo, mas a forma de atuação ampliou-se pela simples compreensão de como as relações se estabelecem na sociedade, e, portanto, no mercado.







Marketing

* Marketing - De acordo com Theodore Levitt, marketing pode ser definido como: "...O processo de conquistar e manter clientes". Ou como disse Kotler: "Marketing é o conjunto de atividades humanas que tem por objetivo facilitar e consumar relações de troca". A empresa que segue as diretrizes do marketing, produz o que o cliente quer e não tenta vender o que produz.
* Marketing Direto - Venda direta, sem distribuidores, representantes e vendedores. Pode ser feita pela web, televisão (compre agora pelo número...) etc.
* Marketing mix - Composto de marketing. Os quatro "P" de marketing: Produto, Promoção (comunicação), Preço e Praça.
* Marketing viral - As ações de marketing viral normalmente são implementadas pela web. E tem como objetivo que ao receber uma mensagem, o receptor sinta-se impelido a divulgar para seus contatos e assim por diante.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

No Media

Um tema muito atual e com grande significado.
Dentro do mudo No Media podemos encontrar o flash mob (uma propaganda inovadora), a guerilla de marketing, marketing digital e o marketing viral.
No Media no que pude perceber é toda publicidade que não é vinculada nos meios tradicionais(veiculo de massa, como televisão, outdoor entre outros). É uma inovação que tenta prender seu público alvo, muito criativa que nos permite sair do que se diz rotineiro. As maiores empresas a vincular esse tipo de propaganda é facebook, twiter, youtube, entre outras .
Outra coisa muito importante a ser lembrada é a entrevista feita com Mel Oliveira da Ideia 3, que nos revelou o valor do estágio para enfrentar o mercado de trabalho, que devemos está sempre antenados e atualizados, mostrar o diferencial. Uma frase que ela falou e que é bom estarmos atentos é: "O mercado de trabalho, peneira e peneira muito "
Para quem estiver interessado no assunto e quiser ver a  entrevista, entre no blog dos nossos colegas:

terça-feira, 13 de abril de 2010

Media X No Media

O site do CCPR (Clube de Criação do Paraná) trás, apesar de não tão "atual", um pequeno debate interessantíssimo sobre o tema "Media X No Media".

No Media

No Media é toda publicidade que não é veiculada nos veiulos de massa de forma inusitada.
O No Media é dividido em quatro tipos de Marketing:
o flash-mob (prática de ações por um certo grupo de pessoas previamente combinadas), Marketing de Guerrilha (transformação de qualquer objeto em meio de comunicação), Marketing Digital (baseado no uso de novas mídias como orkut e twitter) e Marketing Viral (que é a propaganda boca-a-boca).
 Viste http://www.nomedia4.blogspot.com/

No media

O mercado consumidor em todo mundo tem se tornado cada vez mais exigentes em relação aos produtos que consome e ás formas com que as marcas apresentam tais produtos.


A No Media é bastante iterressante, uma forma inovadora de se fazer publicidade.


Contrária a Propaganda Tradicional que tem característica massiva a No Media impacta públicos pontuais em ações criativas. Esse foco é bem legal, as pessoas querem se sentir únicas, diferentes. Não querem mais ser receptores passivos no processo de comunicação.

No media

No media é uma publicidade sem conexões com a publicidade padrão,ela usa da criatividade,sua principal arma.
Cria,inova e reformula no campo publicitário,algumas de suas armas é o marketing viral,YouTube,twitter entre outros.

No Media

 No Media é o tipo de publicidade que não tem vinculo em propagandas tradicionais, eles tentam prender o público alvo através de uma criatividade que nos permite sair da rotina.
As maiores empresas que utiliza esse tipo de propaganda é o facebook, youtube, twitter e outras mais.
Dentro da no media existem as atividades:
flash mob, marketings de guerrilha, viral e digital.

No Media/ Flash Mob


Achei super legal essa ação de Flash Mob que as lojas Marisa promoveu no Shopping Aricanduva em São Paulo na inauguração da loja.
Mostra de forma clara as caracteristicas No media: Inovação, foco, interatividade. Consegue-se perceber que apesar de atingir um público alvo, naquele local, gera repercussão. As pessoas comentam gerando uma propaganda boca á boca.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Telejornal e Jornal Impresso

O telejornalismo possui aspectos peculiares a outros programas de televisão que podem influenciar na interpretação crítica dos fatos, o tradicional e antigo jornal impresso é uma forma simples de divulgação de informação e deixa menos margem a interpretação do que seu par televisivo mas que nem por isso não esta sujeito a análises críticas.

Telejornal e Jornal impresso

Que o jornalismo é muito importante na vida da sociedade, isto é inegável. Muitas pessoas utilizam deste meio como forma de está "antenado" com o mundo.


É bastante interessante conhecer este universo diâmico de informações.

Perfil Profissional: Jornalisata tem que ser agil, precisa ter capacitação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades.

Telejornal e Jornal impresso


















O primeiro telejornal a ser veiculado no Brasil foi o "Imagens do dia" que permeou durante três anos, mas o verdadeiro ícone ta televisão foi o "Jornal Nacional" criado por na época diretor da central globo de jornalismo Armando Nogueira (foto acima) que recentemente morreu, por consequência de um câncer no cérebro, grande jornalista e comentarista esportivo.
Os grandes empregadores do telejornal:
sendo estes no Brasil= Globo, Record, Sbt, Band).
dos jornais impressos na Bahia(Salvador)= Correio, A tarde, Tribuna.

Em relação a popularização do jornal, existe a questão do uso do papel impresso, que é mais barato, proporcionando um grande consumismo pelas massas. 
A periodicidade é para jornais impressos diariamente, com contéudos genéricos, mas também tem aqueles especializados, e com periodicidade quinzenal e mensal. Essa equipe apresentou com grande clareza, para quem quer saber mais sobre o assunto poderão acessar o blog :

Telejornal e Jornal Impresso

Telejornal e jornal impresso.
O telejornal é visto com a mesma visão do programa televisivo e o jornal impresso uma forma simples de divulgação das noticias
Nessa área o jornalista tem que ser ágil, ser capacitado, ter olhar critico saber lidar com tratamento visual ou gráfico.

História do Jornal Impresso


Um pouco da história da prensa inglesa do século XVI:

Jornalismo

Gostei muito desse video e para transmitir o tema jornalismo oline é muito bom , pois tem vários pontos de vista.
http://www.youtube.com/watch?v=JccBhuX9lrs

quarta-feira, 31 de março de 2010

Propaganda Tradicional

A propaganda tradicional está presente no nosso cotidiano, afinal quem nunca viu algum tipo de propaganda?
As ruas e a televisão estão cheias delas, porém  ela está perdendo espaço no mundo das propagandas, devido a busca de inovações com intuito de atingir o público de uma forma mais direcionada e intima com um diferencial.
Uma entrevista com um ex-aluno da Jorge amado, cujo nome David Franco, que nos fala sobre o ramo publicitário, onde ele relata a falta de empregos, mostrando que o número de estudantes do curso vem aumentando cada vez mais, se tornando um mercado mais competitivo onde nós que criamos nossas oportunidades mostrando nosso interesse e força de vontade para chegarmos onde queremos.

Publicidade e Propaganda Tradicional

Faz parte da propaganda tadicional:
Outdoor, Jornal, Revista, Rádio, Televisão, Panfletos e Cinema.
As maiores agências de propaganda tradiconal na Bahia:

 como Idea 3 e SLA.
Uma entrevista com David Franco ex-aluno de Publicidade da UNIJORGE que atualmente é um dos redatores da Idea 3.
Olhar o blog:

http://www.galeradepublicidade.blogspot.com/

terça-feira, 30 de março de 2010

Popaganda Tradicional

O tema abordado por um grupo da turma de Publicidade e propaganda foi a propaganda tradicional,um tema muito importante para a vida de um publicitário,informando de forma ampla o trabalho do mesmo em algumas areas,como jornais, revistas,televisores e etc...;O relato de um ex aluno que atua na area atualmente foi bastante esclarecedor pra quem deseja seguir essa carreira,mostrando algumas funçoes e os pontos altos e baixos da profissao !

Propaganda Tradicional

Com a palavra, Nizan Guanaes

O mais recente artigo de Nizan Guanaes, presidente da Africa Propaganda, publicado originalmente na revista do CCSP, no qual Nizan fala sobre a convergência de mídias e os novos meios de comunicação que atingem a propaganda.


A Propaganda tradicional não funciona mais.

Alguém mais aguenta a frase acima? Ela é prima, igualmente insuportável, da frase: "O comercial de 30 segundos está morto". Ou da irritante: "O futuro é conteúdo e mobile marketing". Poucas pessoas são tão animadas com mudanças quanto eu. Investi na Agência Click. Apostei e ganhei. Ivesti dinheiro, vida e tempo no IG. Padeci, sofri e sobrevivi. O IG é hoje uma realidade e saí dele preparado para compreender o que está acontecendo. Valorizar a Web, entender seu potencial, entender o impacto de coisas como iPod, podcast, mas sem exagero.

O que chamo de exagero é acreditar que a televisão veio para acabar com o rádio. Que a internet acaba com o jornal. Que TiVo vai acabar com comercial de 30 segundos. Porque não vai. Ou pelo menos não vai ser tão simpes, nem tão rápido assim.

Primeiro, a maioria das análises que lemos é anglo-saxã, nova iorquina, californiana, londrina. Os dados são completamente fora da nossa realidade. O vetor é o mesmo. Mas a velocidade é diferente. O futuro é menos "tvcêntrico"? É. Mas esse futuro vai chegar numa velocidade nos Jardins, numa outra na periferia de São Paulo. E, talvez décadas e décadas depois, em outras localidades do Brasil.

Num país com a nossa demografia, é louco fazer afirmações como se o dia-a-dia do Brasil fosse Sex and the City. Então, não se pode atentar contra o senso comum. Nesse mar de generalidades se fala demais que é preciso fazer branded content. Ora: propaganda deveria ser isso. O anúncio devria, em síntese, ser "advertainment". Uma parcela significativa dos anúncios não funciona porque é chata, não tem impacto, não chama atenção. Ou seja: o problema com a propaganda tradicional não é porque ela é propaganda. É porque ela é tradicional.

Primeiro: os anunciantes precisam investir mais em produção. Para gerar impacto (não venha com a demagogia de que o importante é só a idéia). Coisas bem-feitas custam. É preciso produzir idéias que atraiam atenção. É preciso investir tanto em atenção quanto em audiência.

Segundo: as mesmas pesquisas levam para os mesmos posicionamentos. Que levam para os mesmos slogans. Quem levam o consumidor para a mesma indiferença. Estão faltando consciência e sofisticação nos clientes, para compreender isso. Os clientes precisam investir também em pessoal, em treinamento, valorização e retenção de seu pessoal. É preciso ter gente no cliente disposta a pensar fora da caixa e assumir riscos. E não apenas os famosos "por mim tudo bem". Gente que morre de medo de colocar em risco seu bônus só aprova generalidades. E depois, fica cobrando em palestras coisas mais audaciosas por parte das agências.

Onde há clientes preparados, dispostos a correr riscos, propaganda de qualidade (no seu sentido mais amplo) está sendo feita. Não importa onde ou como está sendo feita. Se ela é um evento, ou product placement. Se é uma ação viral, de boca a boca, de public relations (PR), ou um anúncio. Quanto o cliente tem paixão, tem cumplicidade, está a fim, o resultado aparece.

Nesse sentido, o fato de o mundo ter se tornado o paraíso do big business acaba sendo pior para a propaganda. Porque o cliente grande quer se arriscar menos, e não precisa tomar para si tantos riscos. Entretanto, há também o reverso da medalha. Os big players já começaram a perceber também que tudo está ficando muito igual. E que é preciso ser diferente. Não simplesmente por ser diferente, mas por ter awareness. E, para isso, é preciso não ter preconceito com nada. eu uso musiquinha, diálogo, demonstração, filme emocional, comédia.

Quem tem que ter estilo é a marca, não eu. Do mesmo jeito que é estranho quem só sabe fazer música, é estranho quem só sabe fazer piada. Eu sempre gostei de ter um leque de tudo. Quem determina a escolha é a circunstância e o que está sendo usado nos meios de comunicação. Como diria Bill Bernbach, na década de 60: "se o mundo zig, você zag".

Então, se há muito jingle na TV, diálogo. se tem muito filme de emoção, riso. Se tem muito humor, product demonstration. Se tem muita TV, internet. Muita internet, rádio. Muito rádio, mídia exterior. Muita publicidade, PR. Muito PR, design. E assim vai. É preciso ser aberto, ser plural. Só não se deve é ser chato. E ficar torrando a paciência alheia com essas frases burras e definitivas sobre tudo. Até porque tudo que é definitivo é burro. Afinal, nada é assim tão definitivo.
Nizan Guanaes

Propaganda Tradicional

Clássica e muito eficaz a propaganda tradicional ainda é uma das melhores formas de campanha, pois tem uma caracteristica massiva, utiliza de meios comuns tais como revistas, jornais, outdoors, televisão.

Equipe de Popagnda Tradicional






Fotos da entrevista com o ex aluno na Unijorge e da aresentação do grupo de Propaganda tradicional do primeiro semestre da universidade.